quarta-feira, 12 de julho de 2017

NÃO PERGUNTE... COMA!


Physallis. Linda. Cor de laranja, redondinha...
Foi a fruta exótica que escolhi para experimentar esta semana.
Tenho tido este tipo de vontade ultimamente... Descobrir novos sabores. Novas notas. Paladares diferentes. Nada de vida insossa. Nunca mais!
Acho que foi por isso que gostei tanto da minha recente estada num Hotel no Espírito Santo que tinha, nos fundos, uma imensa árvore de seriguela. Caiam no chão de tão maduras. Vermelhas. Doces e agrestes. Eu me fartava antes e depois dos passeios...
Mas não são só as frutas. Gosto de experimentar outras comidas, nem tão leves e deliciosas como os physallis e as seriguelas. Na nossa visita ao Uruguai, pedi ao amigo “Reyes” que nos levasse para comer algo bem típico e exótico de seu país.
Ele não teve dúvidas: mercado central. Começamos muito bem a degustação com um drink chamado medio y medio, coquetel que mistura vinho branco com espumante. Depois uma bela lasca de provolone torrado na chapa. A seguir, veio a experiência inesquecível. Pedaços de carne de boi e cordeiro embrulhados em papel alumínio.
Quando eu estava prestes a perguntar o que era cada um deles, Reyes disse a frase que recordo até hoje:  "No pregunte! Coma!" E assim, fui abrindo e experimentando aqueles pedaços de carne, com cheiros e sabores fortes e desconhecidos. Sensação difícil de traduzir...
No final do almoço, empanturrados, Reyes, com toda a calma uruguaia, explicou que se tratava de uma “parrillada”. Típica. Legítima! E que eu havia experimentado coisas tipo linguiça de sangue de boi, cérebro, rins, glândulas e intestino delgado!
Entendi naquela hora o porque da frase:  No pregunte! Coma!  
Aos mais receosos, no entanto, recomendo sem medo, os Phisallis!
 
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